Cresceu a ver séries de filmes como o “Indiana Jones” e hoje as expedições fazem parte do seu dia-a-dia. Já descobriu mais de 30 novas espécies para a ciência. Quando não está no terreno, é entre cobras e lagartos que encontramos o curador-chefe do Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto. Luís Ceríaco olha para a biodiversidade como quem olha para uma biblioteca. Cada espécie é um livro que conta uma história. Um livro que arde é conhecimento que nunca vamos poder usar no combate a um vírus ou a doenças como o cancro.
Que utilidade tem hoje um Museu de História Natural e da Ciência? A imaginação e a tecnologia são o limite!
O que acontece com o mundo acontece connosco é o mote da edição de 2021 da Bienal de Fotografia do Porto, que traz 19...
Pode aproximar-se. Uns passos em frente ajudam sempre a deslaçar a ramagem daquele abraço de imersão. Mas também se pode afastar para ter uma...
A propósito da exposição Ver, querer ver, dar a ver / Desenhar entre fronteiras na Universidade do Porto, o Em Off foi conversar com...